SureKits
Entenda o SureKits, um assunto de cada vez
Explicações curtas sobre o que mais importa na hora de decidir: o ciclo do instrumental, a segurança da tag, como ela chega aos instrumentos e o que dá para ler.
O ciclo do instrumental, passo a passo
O SureKits acompanha o instrumental em todas as etapas:
No centro cirúrgico
Com os instrumentos sobre a mesa de leitura ou conferidos com o coletor sobre uma mesa não metálica, a contagem confere todos os itens antes da cirurgia. Se um instrumento vai para a lixeira monitorada, a CME é avisada para verificar quebras.
Ao fim da cirurgia
O instrumentador ou o enfermeiro separa o que foi efetivamente usado do que não foi usado, e a contagem é feita com o coletor em duas etapas, uma para cada grupo. A identificação instantânea reduz o tempo de contagem, libera a sala mais rápido e mostra o que realmente é usado em cada cirurgia.
No expurgo
Os instrumentos são recontados em uma mesa de leitura e preparados para a limpeza conforme o tipo, o que dá redundância ao processo.
Na montagem e na guarda
O ciclo de cada instrumento é monitorado até voltar ao estoque esterilizado. As caixas também podem ser monitoradas, e alertas avisam quando a esterilização está perto de vencer.
O SureKits também apoia a segurança do paciente: alerta sobre instrumentos faltantes na contagem.
Seguro e fácil de adotar
Duas perguntas decidem a adoção de um sistema de rastreabilidade: a tag é segura? E como ela chega aos instrumentos?
Uma tag que não se solta
A Identhis possui patente da tag e do método de aplicação da tag ao instrumento, desenvolvidos para garantir que ela não se solte. Isso importa para a segurança do paciente, porque uma tag solta poderia virar objeto estranho retido.
Aplicada no próprio hospital
O hospital aplica as tags na própria instituição, sem retirar nenhum instrumental do hospital. Não há custo de transporte e, principalmente, nenhuma cirurgia é cancelada por falta de instrumentais durante a aplicação.
Segurança do paciente e aplicação dentro do hospital: sem transporte, sem cirurgias canceladas.
Ergonomia e usabilidade: o instrumento continua o mesmo
A tag tem 5 mm x 1,8 mm x 1,3 mm. É muito pequena e fica em um ponto estratégico de cada instrumento, escolhido para não interferir no uso e para garantir o máximo desempenho de leitura.
Muito pequena
Do tamanho de um grão, a tag quase não altera o volume nem o peso do instrumento.
Em local que não atrapalha
A posição é escolhida para não interferir na pegada, nos movimentos nem no uso do instrumento na cirurgia.
Pensada para a leitura
O mesmo ponto é escolhido para o melhor desempenho de leitura, de modo que a tag pequena seja lida com confiança.
Sem mudar a rotina
Instrumentadores e cirurgiões usam o instrumento como sempre. Para a CME, ele passa a ser identificado.




Para quem opera, o instrumento é o mesmo. Para a CME, ele passa a ser identificado.
Dá para ler 100% dos instrumentos dentro da caixa?
Não. O metal da caixa e dos próprios instrumentos amontoados atrapalha a leitura por rádio, e dizer o contrário não seria honesto.
Para garantir a leitura de 100% dos instrumentos, eles devem ser dispostos sobre uma mesa não metálica para a contagem.
É para isso que existem a mesa de leitura e o coletor usado sobre a mesa: a contagem confiável é feita com os instrumentos espalhados sobre uma superfície não metálica. A contagem também pode ser feita passando um ou mais instrumentos sobre a mesa de leitura.
Como se separa o usado do não usado
O instrumentador ou o enfermeiro separa o que foi efetivamente usado do que não foi usado. Depois, a contagem é feita com o coletor em duas etapas, uma para cada grupo.
Com dezenas de cirurgias, o registro mostra quais instrumentos de cada kit realmente são usados. É a base para enxugar kits e reduzir reprocessamento.
Veja o que a literatura já mediu sobre isso e faça a conta no seu hospital na página de evidências.
Comece simples: contagem com coletores RFID Identix
O hospital não precisa começar pela solução completa. Um bom primeiro passo é a contagem: coletores RFID Identix leem as tags dos instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica e conferem tudo de uma vez, sem escanear item por item.
Depois, a mesma base cresce no ritmo do hospital.
Conte com coletores RFID Identix
Conferência rápida de instrumentais e caixas, sem escaneamento manual.
Integre ao software da CME
As leituras seguem para o software de CME que o hospital já usa, por integração, com registro e histórico.
Amplie quando quiser
Mesas de leitura DR-max, no expurgo e na montagem da CME, e o módulo do centro cirúrgico entram sobre a mesma base de tags.
Integra com o software de CME que o hospital já usa
O SureKits cuida da identificação e da leitura por RFID: as tags, os equipamentos Identix e a conferência dos itens. O controle de processos, a rastreabilidade por lote e a auditoria continuam no software de gestão da CME que o hospital já usa.
O resultado é o melhor dos dois mundos: o hospital mantém o sistema que sua equipe conhece e passa a contar com leitura rápida e confiável, sem digitação nem escaneamento item por item.
Em uma frase: nós cuidamos de saber qual instrumento está ali, e o seu software da CME cuida do resto.
Padrões de identificação: UDI, GS1 e Datamatrix
Os instrumentais podem ser identificados de várias formas, e elas se complementam. Entender cada padrão ajuda o hospital a escolher sem retrabalho.
UDI
A UDI (Identificação Única de Dispositivos) dá a cada dispositivo médico um identificador único, lido em código de barras e legível por pessoas. No Brasil, a Anvisa a regulamentou pela RDC 591/2021.
GS1
A GS1 define os padrões globais de identificação usados na saúde. O GS1 DataMatrix leva o identificador do produto em código 2D, e o EPC é o padrão que leva a identificação para a tag RFID UHF.
Datamatrix
O código 2D gravado no instrumento é lido com linha de visada, um a um. O SureKits convive com ele: a plataforma aceita Datamatrix, código de barras 1D e identificação visual, além do RFID.
Como o SureKits atende
As tags SureKits são RAIN RFID UHF Gen2, com 96 bits de memória EPC e codificação no padrão GS1 EPC. O hospital mantém o Datamatrix e a UDI que o instrumento já tem e ganha a leitura rápida do RFID, sem trocar de padrão. O cadastro aceita vários identificadores para o mesmo instrumento, como o EPC da tag, o Datamatrix, a UDI e o código do hospital. A única exigência é que cada identificador seja único para cada instrumento.
Na prática: o Datamatrix e a UDI continuam valendo, e o RFID acrescenta velocidade de leitura.
RFID e Datamatrix: complementares ou substitutos?
O Datamatrix gravado no instrumento e a tag RFID resolvem o mesmo problema, identificar cada peça, de jeitos diferentes. Nenhum dos dois é melhor em tudo. A pergunta útil é qual usar em cada situação.
O Datamatrix é um código 2D no padrão GS1, e a UDI pede marcação direta nos dispositivos reutilizáveis. É barato por peça e já vem de fábrica em muitos instrumentos novos. O RFID lê sem linha de visada, em lote, e pode ser aplicado a um instrumento que nunca teve marcação.
| Critério | Datamatrix (marcação direta) | RFID UHF | Fonte |
|---|---|---|---|
| Como lê | Um instrumento por vez, com linha de visada e a marca virada para o leitor | Sem linha de visada, vários itens de uma vez sobre a mesa de leitura | [3] |
| Tempo para 41 instrumentos | 190 s, com equipe experiente | 64 s, 66% menos, no mesmo ensaio | [1] |
| Durabilidade | Marca a laser pode corroer com os ciclos: um estudo francês de 250 ciclos relatou perda de legibilidade em parte das marcas. Há também relatos de boa durabilidade com passivação adequada | Tag projetada para mais de 1500 ciclos de autoclave a 134 °C | [5] |
| Custo por peça | Cerca de 1 a 3,5 € por marcação, em avaliação de um hospital francês | Cerca de 3 a 10 € por chip, na mesma avaliação | [4] |
| Onde se aplica | Gravação a laser ou micropercussão, em geral pelo fabricante ou por serviço especializado | No próprio hospital ou empresa, sem retirar os instrumentais | [3] |
| Norma | GS1 DataMatrix. A UDI exige marcação direta em dispositivos reutilizáveis nos EUA | GS1 EPC. Não substitui a marcação regulatória, quando ela é exigida | [2] |
| Instrumento sem marcação | Só com nova gravação | Recebe a tag e passa a ser identificado | [3] |
Já tem Datamatrix: use os dois
O Datamatrix continua sendo o identificador do fabricante e da UDI. O RFID soma a leitura rápida, em lote, e o registro da associação entre os dois é feito uma única vez. É o caso complementar.
Sem marcação: o RFID é a ponte
Instrumentais antigos, caixas de locação e conjuntos para implantes de OPME muitas vezes não têm marcação. O RFID dá identidade a eles sem gravação externa. Na avaliação francesa citada, o RFID foi recomendado justamente para o material de empréstimo. É o caso substitutivo.
Marca gasta ou ilegível: o RFID restitui a identidade
Quando a gravação desgasta, o instrumento deixa de ser lido. A tag mantém a leitura sem refazer a marcação, e as duas convivem.
Sem obrigação de 100% de RFID
O SureKits não obriga o hospital a colocar RFID em todos os instrumentos. A plataforma trabalha com as duas tecnologias ao mesmo tempo: o Datamatrix continua onde já existe, o RFID entra onde não há marcação e a cobertura cresce aos poucos, no ritmo do orçamento e das prioridades da CME. Um mesmo instrumento pode ter vários identificadores cadastrados ao mesmo tempo, desde que cada um seja único.
O Datamatrix é a identidade regulatória. O RFID é a leitura rápida e a ponte para tudo o que ainda não tem marcação.
- O Datamatrix é mais barato por peça e já é padrão nos fabricantes. O RFID não dispensa a marcação regulatória quando ela é exigida.
- Os 66% vêm de um ensaio em um centro, com 41 instrumentos e oito participantes. Em outro grupo, sem experiência, os tempos foram 79,4 s contra 212,3 s.
- Os dados de durabilidade da marcação a laser são, em parte, de fornecedores. Não encontramos estudo independente que meça a taxa de leitura por número de ciclos.
- A leitura RFID em lote exige os instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica.
- Kusuda K, Yamashita K, Morishita E, et al. Comparison of Reading Times of RFID-Tagged and Barcode-Engraved Surgical Instruments. J Surg Res. 2024;304:121-125. doi.org/10.1016/j.jss.2024.09.087
- FDA. Unique Device Identification: Direct Marking of Devices. Guidance for Industry and FDA Staff, 2017. www.fda.gov/regulatory-information/search-fda-guidance-documents/unique-device-identification-direct-marking-devices
- GS1 UK. Technologies for marking surgical instruments (direct part marking with GS1 DataMatrix and RFID). www.gs1uk.org/sites/default/files/gs1_uk_hug_technologies_marking_surgical_instruments_docV2_0.pdf
- GS1 France. Traceability of surgical instruments in French hospitals (cost per marking and read rate in the sterilization unit). www.gs1.org/docs/healthcare/20140410%20France%20Frederique%20Fremont.pdf
- Rioblanc et al. Traçabilité individuelle à l’instrument: évolution de la lisibilité des marquages après cycles de stérilisation (resumo). 2023. www.em-consulte.com/article/1607462/tracabilite-individuelle-a-l-instrument-evolution-
- GS1. GS1 DataMatrix: guideline for healthcare. www.gs1.org/sites/default/files/gs1_datamatrix-final_approved.pdf
Simulador do tempo de contagem na sala
Informe quantos kits de cada tipo passam pela sala por dia e quantos instrumentos eles têm. O simulador compara o tempo de contagem com Datamatrix, com RFID e com as duas tecnologias ao mesmo tempo.
Os valores iniciais são exemplos, para mostrar o cálculo. Troque pelos da sua sala.
- Os tempos por instrumento vêm de ensaios específicos e mudam com a equipe, a mesa e o tipo de instrumento. Troque pelos que você mede na sua sala.
- Um relato japonês mediu 0,4 s para ler cada Datamatrix gravado, sem contar o tempo de posicionar o instrumento. Por isso todos os valores são editáveis.
- Tempo ganho não é dinheiro ganho. Só vira economia se virar menos horas pagas ou mais capacidade. A calculadora de ROI separa as duas coisas.
- A leitura RFID em lote exige os instrumentos dispostos sobre uma mesa não metálica.
Para empresas que alugam instrumentais para implantes (OPME)
Quem fornece caixas de instrumentais para a colocação de próteses vive um problema conhecido: a caixa precisa chegar completa e a tempo, voltar completa, e ninguém quer discutir depois o que faltou. A literatura registra entregas tardias que atrapalham o reprocessamento e levam a atrasos e até a cancelamento de cirurgia, conjuntos incompletos e perdas.
Quando a cirurgia é cancelada, a caixa já foi processada. Em um hospital universitário, foram 854 caixas consignadas processadas e não usadas, um desperdício estimado em R$ 34.340,18. Esse valor é uma média do estudo, não um custo por instrumento.
Saída e devolução conferidas
A leitura RFID confere, instrumento a instrumento, o que saiu e o que voltou, com data e hora. Fornecedor e hospital passam a ter o mesmo registro.
Menos discussão sobre faltantes e avarias
Com cada peça identificada, fica claro o que foi entregue, o que retornou e em que estado. Um relato brasileiro associou a codificação dos instrumentais à redução de reclamações por falta de material nas caixas.
Caixa completa antes de sair
A conferência na montagem aponta o que falta ou sobra antes de a caixa seguir para o hospital, em vez de descobrir na sala.
Onde está cada caixa
Leituras na saída, no recebimento e na devolução dão visibilidade do parque de caixas e ajudam a planejar entregas com antecedência.
Uso real e parque dimensionado
Saber o que foi usado e o que não foi, em cada cirurgia, ajuda a dimensionar o número de caixas e a enxugar conjuntos. Isso exige validação clínica.
Aplicação na própria empresa, vários identificadores
A tag é aplicada na empresa, sem enviar instrumentais para fora. O código do fornecedor, o Datamatrix e a UDI podem conviver, desde que cada identificador seja único para cada instrumento.
Limites e cuidados
- Um instrumento que circula entre vários hospitais só traz ganho completo se o recebimento deles também ler as tags. Isso pede acordo entre as partes.
- A leitura em lote exige os instrumentos sobre uma mesa não metálica, e não dentro da caixa fechada.
- Há relatos de fornecedores de tecnologia sobre grandes reduções de perdas com RFID, mas sem metodologia pública. Não usamos esses números. O que existe publicado, como o relato da J&J Supply Chain, é da própria empresa.
- O SureKits identifica e registra. Os contratos, os prazos e as responsabilidades continuam sendo os mesmos.
Para o fornecedor, o ganho é saber o que está em cada caixa e provar o que entregou e o que recebeu.
- Lopes SG, Poveda VB. Proposta de modelo para cálculo de desperdício associado ao processamento de instrumentais cirúrgicos consignados. Rev Latino-Am Enfermagem. 2023;31. doi.org/10.1590/1518-8345.6716.4062
- Estudo de campo brasileiro sobre 41 ciclos de reprocessamento de conjuntos emprestados para artroplastia total de quadril. Revista SOBECC. sobecc.emnuvens.com.br/sobecc/article/download/752/715/6174
- Addressing Challenges Associated With Loaner Instrument Sets. AORN Journal, 2026 (resumo). www.unboundmedicine.com/prime/journal/AORN_Journal
- Relato de implantação de rastreabilidade em CME: codificação dos instrumentais e redução de reclamações por falta de material nas caixas. CBCENF. inscricoes-cbcenf.cofen.gov.br/anais/19/23581/trabalhoresumodownload
- Johnson & Johnson Supply Chain: RFID UHF com tags GS1 em conjuntos ortopédicos emprestados (relato da própria empresa). RFID Journal. www.rfidjournal.com/?p=187515
O que o SureKits entrega
Dados confiáveis
Cada leitura identifica o instrumento e o momento, para alimentar o software de CME do hospital.
Leitura em tempo real
Acompanhamento automático dos instrumentais e dos kits cirúrgicos.
Histórico de cada peça
A leitura registra o instrumento e o momento, alimentando o histórico de cada peça.
Padrão GS1 EPC
Tags com codificação EPC no padrão GS1.
Apoio à rastreabilidade
Fornece a identificação e a leitura que apoiam a rastreabilidade exigida pela RDC 15/2012 da Anvisa.
Benefícios para o hospital
Rastreabilidade em tempo real
De todos os instrumentais e kits cirúrgicos.
Contagem rápida
Com RFID, sem escaneamento manual.
Menos retrabalho
A conferência por RFID ajuda a detectar itens faltantes ou sobrando na montagem.
Ganho de produtividade
Na montagem e na conferência de caixas e kits, a leitura por RFID pode aumentar o número de itens tratados por funcionário.
Alerta de desvios e perdas
Alerta sobre desvios e perdas de instrumentais ao longo do ciclo.
Registros precisos e automáticos
Registros eletrônicos feitos sem digitação.
Rastreio individual na contaminação
Se houver contaminação, como por bactérias ou príons, cada item é rastreado individualmente.
RFID frente a outras formas de identificação
O SureKits usa RFID. Veja como ele se compara a outras formas de identificar instrumentais.
RFID
Identifica e rastreia sem contato e sem linha de visada, com alta velocidade de leitura.
Datamatrix
Código 2D gravado no instrumento, lido com linha de visada.
Gravação química ou a laser
Identificação gravada no próprio instrumento.
Código de cores
Organização visual de instrumentais e kits.
Perguntas frequentes
A tag pode cair do instrumento?
A tag e o método de aplicação ao instrumento são patenteados e foram desenvolvidos para que ela não se solte. Isso reduz o risco de um objeto estranho retido.
Preciso mandar os instrumentais para fora do hospital?
Não. O hospital aplica as tags na própria instituição, sem retirar instrumentais. Não há custo de transporte nem cirurgias canceladas por causa da aplicação.
Dá para ler 100% dos instrumentos dentro da caixa?
Não. Para garantir 100% de leitura, os instrumentos devem ser dispostos sobre uma mesa não metálica para a contagem. A contagem também pode ser feita passando um ou mais instrumentos sobre a mesa de leitura.
A tag atrapalha o uso do instrumento?
Não. Ela mede 5 mm x 1,8 mm x 1,3 mm e fica em um ponto estratégico, escolhido para não interferir no uso e para garantir o máximo desempenho de leitura.
O SureKits funciona com UDI e Datamatrix?
Sim. O hospital mantém o Datamatrix e a UDI que o instrumento já tem. A plataforma aceita Datamatrix, código de barras 1D e identificação visual, e as tags RFID seguem o padrão GS1 EPC.
O RFID substitui o Datamatrix?
Depende do instrumento. Se ele já tem Datamatrix, os dois se complementam: o Datamatrix segue como identificador e o RFID acrescenta a leitura rápida, em lote. Se ele não tem marcação, o RFID dá a identidade sem gravação externa.
Posso usar a codificação que o hospital já tem, mesmo que não siga o padrão GS1 nem a UDI?
Sim. O SureKits aceita a codificação já existente no hospital e a relaciona à tag RFID no cadastro. O padrão GS1 e a UDI são recomendados e podem ser adotados aos poucos, mas não são condição para usar a plataforma. Cada instrumento pode ter vários identificadores cadastrados, desde que cada um seja único.
Posso cadastrar mais de um identificador para o mesmo instrumento?
Sim. O SureKits permite cadastrar vários identificadores para o mesmo instrumento, por exemplo o EPC da tag RFID, o Datamatrix, a UDI e o código interno do hospital. O único requisito é que cada identificador seja único para cada instrumento.
O SureKits ajuda empresas que alugam instrumentais para implantes (OPME)?
Sim. A leitura RFID confere o que saiu e o que voltou em cada caixa, reduz a discussão sobre faltantes e avarias e dá visibilidade de onde está cada caixa. Ela não substitui contratos nem prazos, e o ganho completo depende de os hospitais também lerem as tags.
Preciso colocar RFID em todos os instrumentos?
Não. O SureKits trabalha com RFID e Datamatrix ao mesmo tempo. Você pode começar pelos instrumentos sem marcação ou pelas caixas, manter o Datamatrix onde ele já existe e ampliar o RFID aos poucos.
Como sei o que foi usado na cirurgia?
O instrumentador ou o enfermeiro separa o usado do não usado, e a contagem é feita com o coletor em duas etapas.
O SureKits substitui o software da minha CME?
Não. Ele cuida da identificação e da leitura por RFID e se integra ao software de CME que o hospital já usa.
O SureKits funciona em nuvem ou no meu data center?
O SureKits é uma plataforma em nuvem e pode ser fornecido on cloud, operado pela Identhis, ou on-premises, implantado na infraestrutura da própria instituição, conforme a necessidade.
A tag resiste à autoclave?
Sim. A resistência comprovada passa de 1500 ciclos de autoclave a 134 °C, e a tag suporta ultrassom, termodesinfecção e Sterrad.
Posso começar pequeno?
Sim. Um bom primeiro passo é a contagem com coletores RFID Identix, e a mesma base cresce no ritmo do hospital.
O SureKits serve para empresas de CME e de locação de instrumentais?
Sim. Além de hospitais, atende empresas de CME e empresas que alugam instrumentais para a implantação de OPME.
Quer tirar uma dúvida específica?
Conte como é o seu processo hoje e mostramos como o SureKits se encaixa.